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Quanto custa um site para concessionária ou imobiliária?
Na Fancy, um site para concessionária premium ou imobiliária de alto padrão costuma custar de R$ 30 mil a mais de R$ 120 mil. O que define onde o seu projeto cai nessa faixa é o escopo: quantas páginas e tipos de página, quais integrações com estoque ou CRM, quantos idiomas e quantos lançamentos com página própria. O prazo médio é de 8 a 12 semanas, da Imersão ao site no ar.

Quais são as faixas de investimento?
Quando alguém pede orçamento pelo nosso formulário, pedimos que escolha uma destas faixas:
- até R$ 30 mil;
- de R$ 30 mil a R$ 60 mil;
- de R$ 60 mil a R$ 120 mil;
- acima de R$ 120 mil.
Os projetos para concessionárias e imobiliárias costumam ficar entre R$ 30 mil e mais de R$ 120 mil. Não existe uma tabela fixa por tipo de site, porque duas revendas com o mesmo número de carros podem precisar de sites muito diferentes. O que existe são fatores que empurram o projeto para cima ou para baixo dentro dessas faixas. Eles estão abaixo.
O que muda o preço de um site?
1. Quantidade e tipo de páginas
Não é só o número de páginas que conta, e sim quantos modelos diferentes precisam ser desenhados. Uma página de veículo é desenhada uma vez e serve para todo o estoque. Já uma home, uma página institucional, uma página de serviço e uma página de bairro são modelos diferentes, cada um com o próprio layout, conteúdo e versão para celular.
Um site com home, estoque, página de veículo e contato é um escopo. Um site que também apresenta a história da empresa, cada loja, serviços como consignação e avaliação e um blog é outro. Na GrandPrix, por exemplo, o serviço de consignação ganhou espaço próprio no site, além do estoque.
2. Integrações com estoque, CRM e outros sistemas
Integramos o site ao estoque da concessionária ou ao CRM e sistema de imóveis da imobiliária por XML, API ou planilha. Cada caminho tem um esforço diferente:
- Planilha: a equipe mantém a lista e o site lê a partir dela.
- XML: o sistema da loja gera um arquivo com o estoque, e o site se atualiza a partir dele.
- API: o site conversa direto com o sistema, o que pede mais trabalho de desenvolvimento e testes.
- Sem integração: a equipe atualiza tudo por um painel.
Quanto mais sistemas o site precisa conversar, e quanto menos documentados eles forem, maior o escopo. Por isso, uma das primeiras perguntas que fazemos é qual sistema você já usa.
3. Idiomas
Atendemos em português, inglês e espanhol e já fizemos projetos no Brasil, em Portugal, no Canadá, na Austrália e na República Dominicana. Cada idioma a mais no site significa revisar o conteúdo, adaptar textos para o tamanho de cada layout e organizar o SEO de cada versão. Para uma imobiliária que vende também fora do país, como a Pitchon, que apresenta imóveis em Belo Horizonte, Portugal e Miami, vale decidir logo no início se o site terá mais de um idioma, porque isso afeta a estrutura inteira.
4. Lançamentos com página própria
Em imobiliária, cada lançamento ou empreendimento pode ter uma página própria, com conceito, localização, fotos e plantas. Se todos os lançamentos seguem o mesmo modelo, o custo de cada novo é pequeno. Se um empreendimento pede uma apresentação única, ele entra no escopo quase como um site dentro do site.
O Casa Figueira, bairro planejado de 1 milhão de m² em Campinas (SP), é um exemplo: o site organiza o bairro inteiro, com masterplan, proposta urbanística e os primeiros empreendimentos, como o Avenida 105. Um projeto assim tem uma escala diferente de uma página de lançamento padrão.
5. Recursos especiais e animação
Alguns recursos fazem o site se destacar, mas também aumentam o escopo de design e desenvolvimento:
- Experiências imersivas. Para a Avantgarde, criamos a Avantgarde Experience, uma visita guiada digital pelos espaços da loja. O site recebeu Honorable Mention no Awwwards e Site of the Day no CSSDA.
- Tour virtual. O site da JBS Motors tem tour virtual das três lojas no Google Maps.
- Ferramentas para o visitante. Na Mafre Imóveis, o visitante salva favoritos e conhece cada bairro.
- Animações e motion. Transições e animações bem feitas dão personalidade ao site, mas cada uma é desenhada e testada no celular e no computador.
O que está incluído em qualquer faixa?
Independentemente do tamanho, todo projeto passa pelas mesmas quatro etapas:
- Imersão: entendemos o negócio, o público e quem já faz isso bem.
- Direção: o conceito visual e a estrutura do site são aprovados antes de desenhar as telas.
- Design: telas e animações navegáveis, no celular e no computador.
- No ar: desenvolvimento, testes e lançamento, com SEO de base.
Para concessionárias, a base inclui estoque com busca e filtros, WhatsApp em cada veículo, fotos e ficha técnica, site rápido no celular e pronto para receber anúncios. Para imobiliárias, imóveis com busca e filtros, página própria para cada lançamento e fotos que valorizam o imóvel.
Quanto tempo leva?
O prazo médio é de 8 a 12 semanas, da Imersão ao site no ar. Os fatores que pesam no preço tendem a pesar também no prazo: integrações com sistemas de terceiros, número de idiomas e quantidade de modelos de página. A rapidez com que conteúdo, fotos e aprovações chegam do seu lado também conta.
Como pedir um orçamento que faça sentido?
Quanto mais claro o ponto de partida, mais preciso o orçamento. Antes de conversar, vale ter em mãos:
- o site atual, se houver, e o que você mais gostaria de mudar nele;
- o sistema de estoque ou CRM que a empresa usa hoje;
- quantos carros ou imóveis você tem em média no site;
- se haverá lançamentos com página própria, e quantos;
- em quais idiomas o site precisa estar;
- sites que você admira, do seu setor ou de fora dele;
- a faixa de investimento que faz sentido para você.
Qual é o próximo passo?
Se você quer saber em qual faixa o seu projeto cai, fale com a gente com essas informações em mãos. Numa conversa, dá para separar o que é essencial do que pode vir depois e sair com um escopo que caiba no seu investimento e no seu prazo.






